[Go to site: main page, start]

Se não fosse jornalista, seria contadora de histórias. Como é mais ou menos a mesma coisa, decidiu que faria da redacção a sua segunda casa. Depois de uma passagem pela secção de Ciência do Público em 2017, onde aprendeu que ser séria não é ser sisuda, aventurou-se pelo jornalismo de lifestyle com a extinta revista Epicur. Pouco depois, mudou-se de malas e bagagens para a Time Out. Já lá vão cinco anos e ainda há tanto por contar. Se depender dela, nenhuma família ficará sem saber o que há para fazer e ver na cidade. É verdade, também se pela por um bom livro e faz questão de partilhar as novidades e os melhores sítios para abastecer a estante. E, se o dia não estiver simpático, das duas uma: ou à mesa ou na sala de espectáculos, fica o encontro marcado. Na Internet, podem encontrá-la aqui.

Se a quiser importunar ou tiver segredos para partilhar, é enviar e-mail (raquel.silva@timeout.com). 

Raquel Dias da Silva

Raquel Dias da Silva

Jornalista, Time Out Lisboa

Follow Raquel Dias da Silva:

Articles (426)

17 mercados de Natal na Europa que valem a viagem

17 mercados de Natal na Europa que valem a viagem

Há quem tema o frio e os dias chuvosos dos meses no Inverno, mas o que não falta por essa Europa fora são destinos com luzinhas cintilantes, produtos artesanais e copos de glögg a fumegar que nos ajudem a ultrapassar a época. Os mercados de Natal são locais cheios de alegria – é impossível negá-lo. Das ruas empedradas de Edimburgo, na Escócia, ao quentinho do Funchal, na Madeira, há pequenas praças que se vestem para o Natal e espalham o ambiente de festa à sua volta. Já escolheu qual destas 17 cidades vai pedir ao Pai Natal para visitar? Recomendado:🎄O melhor do Natal em Lisboa
As melhores lojas de disfarces em Lisboa

As melhores lojas de disfarces em Lisboa

Quem quer muito, encontra sempre uma razão para se disfarçar, sobretudo nesta fase do ano, em que temos o Halloween à porta. É altura de pregar sustos, perder horas com a maquilhagem e até de vestir os mais pequenos a rigor. Até porque há festas a acontecer por toda a cidade (e para todas as idades) e tantos outros eventos que merecem o seu esmero. Para garantir que faz um brilharete, damos-lhe uma ajuda. Só tem de escolher o modelo e os acessórios nas melhores lojas de disfarces em Lisboa. Recomendado: As novas lojas em Lisboa que tem mesmo de conhecer
As melhores lojas de festas em Lisboa para impressionar

As melhores lojas de festas em Lisboa para impressionar

Ficou responsável pela próxima festa lá em casa? Tem um filho quase a fazer anos? Vem aí o Carnaval, a Páscoa, o Halloween ou o Natal? Não precisa de começar a arrancar cabelos. Se não sabe onde encontrar os melhores artigos de decoração, não procure mais. Fomos à procura das melhores lojas de festas em Lisboa, e arredores, e encontrámos tudo o que precisa, desde grinaldas a balões, passando pela parafernália de descartáveis (copos, pratos e talheres), incluindo acessórios para cerimónias temáticas. As propostas são para todos, mas sobretudo para as crianças, que ainda se entusiasmam com os confetis que os pais têm de limpar a seguir. Mas não se iniba de acordar a criança que há em si, esquecer o depois e aproveitar a coboiada. São estas as melhores lojas de festas em Lisboa. Recomendado: As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)
Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)

Os fins-de-semana em família são sempre valiosos, ainda mais agora que as férias grandes já lá vão. O tempo começa a esfriar, mas nada que nos tire a vontade de andar no laréu – e prometemos que também há boas opções indoor. Aqui, as propostas para calorentos e friorentos têm uma coisa em comum: prometem gastar as pilhas dos mais novos até ser hora de ir para a cama. Entre exposições, oficinas e espectáculos, não faltam ideias de coisas para fazer com os miúdos este sábado e domingo. Se quiser mais, tome lá as melhores coisas para fazer em Lisboa com crianças. Recomendado: Os melhores museus para crianças em Lisboa
Os melhores presentes de Natal para bebés e crianças

Os melhores presentes de Natal para bebés e crianças

A carta está escrita desde o Halloween, com a promessa de que foram bons meninos o ano inteiro e uma lista (mais ou menos longa) de pedidos para o Natal. O quê? Perdeu a carta antes mesmo de a enfiar no correio para a Lapónia? Fica o nosso segredinho... E nada tema: ainda vai a tempo de se inspirar na nossa lista de sugestões de presentes de Natal para crianças. Temos a certeza que vai surpreender, superar as expectativas e fazer um brilharete entre os mais novos à volta da árvore. Recomendado: Os melhores presentes de Natal para bebés
Campos de férias: os melhores programas para crianças este Verão

Campos de férias: os melhores programas para crianças este Verão

Praia, sol, gelados... O Verão tem coisas deliciosas. Filhos fechados em casa não é uma delas. Eles contam os dias para as férias de Verão com o maior dos entusiasmos, ao mesmo tempo que os pais desesperam em igual proporção por não saberem como lhes ocupar tanto tempo livre. Mas não é preciso: em Lisboa e arredores, não faltam campos de férias e actividades para entreter os mais pequenos, sejam quais forem os seus gostos. Desportistas? Artistas? Apaixonados pela natureza ou maluquinhos da tecnologia? Temos, temos... e temos! Como não é fácil planear estes dias, a Time Out vem ao socorro das famílias com os melhores programas de férias para crianças, onde brincar, aprender e gastar energia são as regras. Vale tudo (menos deixar passar o prazo das inscrições). Recomendado: As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa
As novidades literárias a não perder em 2026

As novidades literárias a não perder em 2026

A rentrée não começa verdadeiramente sem as novidades literárias do segundo semestre. Passámos tudo em revista e escolhemos 26 livros. Fresquinhos ou ainda em pré-venda, de autores consagrados e estreantes, de ficção e não-ficção, nos mais variados géneros, em prosa, verso ou banda desenhada, editados pelos grupos Porto Editora/Bertrand, Penguin e Leya, ou por editoras independentes como a Crosta, a Antígona, a Relógio d’Água e a Kiala, estas são as leituras que temos planeadas para os próximos meses. Lembre-se: ler pede calma e dedicação, mas é uma das melhores formas de viajar sem sair do sítio. Recomendado: Sabe o que são alfarrabistas modernos? Fomos conhecê-los
Novos livros para crianças e jovens

Novos livros para crianças e jovens

Livros nunca são demais e a melhor altura para lhes apanhar o gosto é logo desde pequeninos. A verdade é que os miúdos nem precisam de saber ler para se começarem a maravilhar com as páginas ilustradas e as histórias onde nunca falta uma bela lição. Em prosa curta ou em verso, sem nunca dispensar a ilustração aprimorada e cheia de bons esconderijos, estas obras prometem fazê-los abrir a boca de espanto. Uns foram lançados há pouco tempo, outros estão prestes a sair, mas são todos livros infantis e juvenis fresquinhos (da fornada de 2026) que convencem até os adultos. Recomendado: Coisas para fazer em família este fim-de-semana em Lisboa (e arredores)
Leve as crianças a ver estas peças de teatro para toda a família

Leve as crianças a ver estas peças de teatro para toda a família

Há muitas coisas para fazer com os miúdos em Lisboa este mês. Incluindo ir ao teatro. Além de os ensinar a estar atentos e a tirar as suas próprias conclusões, e de lhes apresentar histórias novas, ajuda-os a sossegar (bem sabemos como é difícil convencê-los a estar quietos). Desde a adaptação de clássicos até aventuras novinhas em folha, estas são grandes ideias para gente pequena e decorrem em vários cenários espalhados pela cidade e arredores. Aproveite para tirar os gaiatos de casa antes que estas peças de teatro para toda a família saiam de cena. Recomendado: Fim-de-semana perfeito em família
Os melhores livros de terror para quem não tem medo do escuro

Os melhores livros de terror para quem não tem medo do escuro

Há cinema de terror, claro, mas também há livros de terror, mais ou menos obscuros. Afinal, um bom susto não precisa necessariamente de imagens em movimento nem de bandas sonoras tenebrosas. Razão por que fomos à procura das melhores obras do género, mas também de novidades de autores emergentes. Encontrámos mais de duas mãos cheias de sugestões, desde um romance histórico a uma antologia de banda desenhada, sem esquecer os mais jovens, sempre com o terror como pano de fundo. Recomendamos a companhia de uma luz de presença e de um cobertor, capaz de o proteger dos monstros debaixo da cama. Ao todo, são 16 livros de terror para despertar o espírito de Halloween, onde e quando quiser. Recomendado: Dez séries de terror disponíveis nos serviços de streaming
As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

As melhores coisas para fazer com crianças este mês em Lisboa (e arredores)

O Outono já chegou e a chuva ameaça, mas não se preocupe, que a agenda continua ao rubro e o que não falta em Lisboa são coisas para fazer com crianças. Para aproveitar os tempos livres da melhor maneira, reunimos um generoso rol de sugestões, desde espectáculos de teatro e concertos até oficinas criativas, workshops para gulosos e gulosas, exposições mais ou menos interactivas e, claro, actividades dentro de portas. Junte a família e comece a planear tudo o que pode fazer em Lisboa (e arredores) em Outubro de 2026. Recomendado: Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães
As melhores peças de teatro e dança em Lisboa para ver em Outubro

As melhores peças de teatro e dança em Lisboa para ver em Outubro

Em Lisboa, não faltam opções para ir ao teatro, muitas delas com preços bem apetecíveis (olá, dia do espectador). Mas algumas estão tão pouco tempo em cena que é preciso correr, já que nunca se sabe se (e quando) são repostas. Entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e até os que ainda estão a tentar conquistar o seu lugar, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro e dança a não perder em Outubro. Aqui ficam as nossas sugestões, para que na hora de escolher seja tudo mais fácil. Bom espectáculo! Recomendado: As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

Listings and reviews (299)

O Anel do Unicórnio – Uma Ópera em Miniatura

O Anel do Unicórnio – Uma Ópera em Miniatura

Pedro Patê é um rapaz enfadado pela sua invulgar sorte: filho de dois cantores líricos, vive dentro de uma ópera. Farto de ouvir árias, cavatinas, intermezzos e afins, quer tornar-se ilusionista para pôr fim às cantorias com um estalar de dedos. Até que, um dia, um sem-fim de imprevistos se desenrolam e o fazem repensar a sua opinião acerca do bel canto. Com música do maestro e compositor Martim Sousa Tavares, libreto de Ana Lázaro e encenação de Ricardo Neves-Neves, O Anel do Unicórnio está de volta à cena, desta vez no Auditório Carlos Avillez (Academia das Artes do Estoril), e convida pais e filhos a descobrir como ir à ópera pode ser, contra muitas expectativas, divertido. A sessão de domingo começa uma hora mais cedo, com uma conversa aberta com Sousa Tavares).
Lusco Fusco

Lusco Fusco

A comunidade criativa de Marvila prepara-se para mais uma noite de portas abertas. No dia 16 de Outubro, entre as 18.00 e as 23.00, a Fábrica Moderna acolhe uma edição especial do seu Open Studios, transformando o espaço num ponto de encontro entre artistas, coleccionadores e o público em geral. Ao longo de cinco horas, é possível percorrer os bastidores de mais de 50 ateliers de residentes para conhecer em primeira mão os processos de trabalho e adquirir peças únicas. A programação da noite inclui um mercado de arte (Art Market), exposições temporárias, momentos musicais, selecção de bebidas e propostas gastronómicas. A iniciativa pretende reforçar a ligação do público à produção artística contemporânea da cidade numa atmosfera descontraída ao final da tarde. A entrada no recinto é livre.
Aventuras dos Cavaleiros Reais

Aventuras dos Cavaleiros Reais

O que era preciso fazer na época dos reis e rainhas de Portugal para merecer o título de cavaleiro? Esta nova visita guiada pensada para famílias curiosas e aventureiras promete responder a esta e a outras dúvidas sobre as ordens e distinções honoríficas da história nacional. Ao longo do percurso, no Museu do Tesouro Real, os participantes ficam a conhecer as condecorações atribuídas pela Coroa portuguesa e as histórias de coragem por detrás destas insígnias. Mas a experiência não se fica pela observação: no final da visita histórica, todos os participantes são convidados a pegar na espada para uma sessão de iniciação à esgrima, testando a agilidade e o treino exigidos aos verdadeiros cavaleiros. A proposta combina a aprendizagem do património com movimento e jogo prático, promovendo uma imersão no imaginário da monarquia para adultos e crianças. A actividade acontece a 15 de Outubro, às 15.00. O bilhete custa 24,50€. 
Halloween Land

Halloween Land

O Halloween está de regresso ao Almada Forum com três dias de programação desenhada para toda a família. Entre 30 de Outubro e 1 de Novembro, o centro comercial veste-se a rigor para acolher um conjunto de actividades temáticas de entrada livre. O ponto de encontro concentra-se na Praça da Natureza, no Piso 0 (em frente às lojas Primark e Normal), espaço que ganha uma decoração dedicada com abóboras, fantasmas e cenários pensados para fotografias. Ao longo dos três dias, os mais novos podem experimentar zonas de disfarces, participar em sessões de pinturas faciais, jogar em família e integrar ateliers criativos. A programação arranca na quinta-feira, 30 de Outubro, entre as 15.00 e as 20.00. Na sexta-feira, 31 de Outubro, e no sábado, 1 de Novembro, as actividades decorrem de manhã à noite, das 11.00 às 20.00.
Impossível ao Vivo

Impossível ao Vivo

O premiado Luís de Matos regressa às grandes salas, com um novo elenco e novos truques, para nos mostrar o que melhor se faz no mundo do ilusionismo à escala planetária. Desta vez, apresenta-nos a espanhola Celia Muñoz, o coreano Eden Choi, o norte-americano Jeff Hobson e o francês Klek Entòs. Joana Almeida regressa também como assistente do mágico português, tal como os campeões mundiais de break-dance Momentum Crew. Os bilhetes custam entre 19,33€ e 31,21€.
Festival Read On

Festival Read On

O Festival Read On volta a tomar conta de Almada entre 14 e 18 de Outubro. Organizado pela Câmara Municipal, em parceria com o Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté, o evento chega à sua sétima edição com um programa gratuito desenhado para o público juvenil e jovem adulto, mas de portas abertas a todos os leitores. A agenda divide-se entre dois palcos principais: o Fórum Romeu Correia e o Solar dos Zagallos. Ao longo de cinco dias, haverá apresentações de obras, sessões de banda desenhada, ilustração, música, dança e workshops práticos, além de encontros com criadores de conteúdos de literatura e escritores como Luísa Sobral e Ondjaki. Um dos momentos mais aguardados acontece no sábado, 17 de Outubro, com um dia inteiramente temática dedicado à saga Harry Potter no Solar dos Zagallos. A ideia é que todos os participantes se vistam a rigor como as suas personagens preferidas de Hogwarts para celebrar o universo criado por J.K. Rowling.
Baile Fantástico

Baile Fantástico

O LU.CA – Teatro Luís de Camões acolhe mais uma edição do Baile Fantástico, uma tarde de Halloween pensada para maiores de três anos onde a plateia se transforma numa pista de dança para criaturas improváveis e passos sem regra. Com selecção musical a cargo da DJ Inês Lopes Gonçalves, a iniciativa convida adultos e crianças a vestir capas, garras ou glitter e a celebrar o Outono com muita energia, liberdade e humor.
Haribo Kimchi

Haribo Kimchi

Um ursinho de goma, um caracol e uma enguia encontram-se num pojangmacha, os tradicionais bares nocturnos de comida de rua da Coreia do Sul. É neste cenário insólito que se desenrola Haribo Kimchi, a mais recente criação do artista sul-coreano Jaha Koo, que chega ao TBA entre 13 e 15 de Novembro. Através de uma linguagem híbrida que alia música, vídeo e performers robóticos, o espectáculo utiliza a gastronomia como metáfora e refúgio para quem vive distante da sua terra natal. Ao longo de 70 minutos, a peça cruza a evolução da cultura do kimchi com relatos sobre a dor amarga do racismo, a vergonha dos processos de integração e a procura pela sensação umami do que significa estar em casa. Esta viagem entre a melancolia e o humor absurdo promete convocar todos os sentidos do público, acompanhada por cheiros intensos e som alto. A performance é apresentada em coreano e inglês, com legendas em português e inglês.
A Vida É Uma Fruta na Boca do Sol

A Vida É Uma Fruta na Boca do Sol

O Alkantara Festival está de regresso à cidade e a noite de arranque faz-se na pista de dança. A 13 de Novembro, o espaço DISASTER acolhe a festa-performance oficial de abertura, concebida e conduzida pelo colectivo MeioFio. Sob a premissa de um ciclo que cruza criação e consumo, luz e corpo, o colectivo propõe uma imersão performativa que habita o intervalo entre a festa e a celebração ritualística. Inspirada na metamorfose da matéria e na dança como reacção primordial, a noite pretende transformar o espaço num ponto de encontro entre artistas, público e noctívagos. O evento destina-se a maiores de 18 anos e os bilhetes têm o valor único de 5€.
Shikama

Shikama

Três corpos, três territórios e um violoncelo encontram-se no palco do Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian entre 14 e 16 de Novembro. A artista multidisciplinar Dorothée Munyaneza apresenta a estreia absoluta de Shikama, uma criação integrada na programação do Alkantara Festival 2026. O título deriva da palavra kinyarwanda Gushikama, que significa "criar raízes". Em cena, Munyaneza junta-se à bailarina e investigadora cultural Inés Sybille Vooduness e ao compositor e artista interdisciplinar Matthew Jamal. Através da improvisação contínua entre som, texto, canto e movimento, a peça aborda a ruptura como força dinâmica e questiona como é possível fixar pertença perante a instabilidade do mundo. A apresentação surge no âmbito do Prémio Salavisa European Dance Award. A sessão de 15 de Novembro conta com uma conversa pós-espectáculo com Dorothée Munyaneza e Aoaní (em inglês). Os bilhetes têm o valor único de 10€.
A Origem das Chuvas

A Origem das Chuvas

O conto A Origem das Chuvas, do escritor angolano Ondjaki, ganha vida musical num concerto especialmente desenhado para o público infanto-juvenil e famílias, no Museu de Lisboa. A apresentação junta a vertente literária à música clássica, numa peça composta e narrada por Sérgio Azevedo e interpretada pelos músicos da Camerata Atlântica. O espectáculo propõe uma viagem sonora e narrativa em redor do universo poético da obra, conduzindo miúdos e graúdos através do poder das palavras e dos instrumentos de cordas. A iniciativa procura aproximar os mais novos da música erudita de forma acessível, dinâmica e envolvente. A entrada é gratuita, mas encontra-se sujeita à lotação da sala. Os bilhetes devem ser levantados presencialmente no próprio dia do evento, a partir das 10.00, na bilheteira do museu.
Contos de animais e outros que tais

Contos de animais e outros que tais

Os bichos também olham, escutam, sentem, conversam, sentem medo e mostram coragem. É a partir desta premissa que a contadora de histórias Cristina Taquelim preparou a sessão Contos de Animais, uma iniciativa dirigida a crianças a partir dos três anos e às suas famílias. Através de uma selecção cuidadosa de narrativas do imaginário infantil e tradicional, a mediadora de leitura explora a forma como os animais vêem o mundo e interagem entre si, revelando que, no fundo, a sua sabedoria e astúcia não andam assim tão distantes dos comportamentos humanos. A sessão promete um momento intimista de escuta, partilha e imaginação, incentivando o gosto pela literatura desde os primeiros anos de vida. Em cena de 10 a 11 de Outubro, sábado e domingo às 11.30, no LU.CA – Teatro Luís de Camões. O bilhete custa 1€.

News (3097)

Croqueteria abre em Campo de Ourique com esplanada e sala de jogos

Croqueteria abre em Campo de Ourique com esplanada e sala de jogos

Depois do Time Out Market, em 2014, e da loja de Alvalade, em 2024, a Croqueteria abre portas na Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique. O menu é o que já se conhece: croquetes para todos os gostos, preparados de forma saudável no forno. Desde o tradicional (o melhor da cidade), criado “a partir de uma receita de família”, ao de cozido à portuguesa, passando pelo vegetariano de queijo de cabra com cebola caramelizada ou pelo vegano de caril de grão com amendoim. A carta inclui ainda pipocas de croquete, sanduíches de croquete, criadas em parceria com a The Millstone Sourdough, e uma selecção de acompanhamentos e bebidas, incluido o “Vinho Croqueteria”. Já a sobremesa mantém-se a cargo dos parceiros da marca O Lisboeta. Quanto ao projecto de arquitectura e decoração, à semelhança do que aconteceu com o espaço de Alvalade, volta a estar a cargo da arquitecta Madalena Camões Godinho, enquanto a iluminação fica a cargo da marca Casca Grossa. Destaca-se também uma instalação de cerâmica, criada pela artista plástica Sara Maria Matos Ferreira no se atelier Mitó Creative Site. Com 24 lugares no interior e 12 na esplanada, o novo espaço conta também com uma janela de balcão para a rua, para servir pedidos de take-away numa lógica “grab & go”. Há ainda um piso inferior, pensado como uma pequena sala de jogos, com televisão para acompanhar, mediante reserva, a emissão de eventos desportivos, do futebol ao basebol.  Rua Saraiva de Carvalho, 171A (Campo de Ourique). Seg-Dom 10.00-
Estes pastéis de nata não levam açúcar refinado (nem alteram a glicemia)

Estes pastéis de nata não levam açúcar refinado (nem alteram a glicemia)

Já deu por si a imaginar como seria a sua vida se existisse um pastel de nata saudável e amigo da balança, que não comprometesse a dieta nem o bem-estar? Esqueça as adaptações caseiras com adoçantes sintéticos que deixam aquele amargo de boca a stevia ou aspartame. O Nata Zero chega ao mercado como o primeiro pastel de nata totalmente isento de açúcar refinado e de adoçantes artificiais. O segredo é o Süvy, um substituto de nova geração, que pode ser usado em vários produtos de pastelaria e confeitaria. Fruto de sete anos de investigação nos Laboratórios Innovi, liderados pela empresária francesa Alexandra Fregonese, tem oito vezes menos calorias, um índice glicémico menor que dois e é rico em fibras. A fórmula assenta numa abordagem biotecnológica que junta engenharia de processos e nutrição. Através da fermentação de açúcares simples provenientes da fruta ou do milho por um microrganismo raro (Moniliella pollinis), obtém-se uma molécula estável e cristalina. Esta base é depois combinada com dois elementos-chave: o eritritol (que não causa cáries e é obtido por fermentação natural) e a polidextrose (uma fibra solúvel que actua como prebiótico no cólon, ou seja, é fonte de alimento para as bactérias “boas” do intestino). Segundo António Sousa, CEO da Green Tech Novation – empresa responsável pela gestão e distribuição do projecto em Portugal, fundada juntamente com Rachel Gallas –, o Süvy não é um simples substituto: “O segredo deste desempenho reside na nossa formulação e n
‘Ser Diferente É Normal’: livro de Rui Malvarez inspira grande musical infantil no Tivoli BBVA

‘Ser Diferente É Normal’: livro de Rui Malvarez inspira grande musical infantil no Tivoli BBVA

Uma girafa de pescoço curto, um elefante sem tromba, uma toupeira com asas, um hipopótamo magérrimo, um pelicano sem patas, um crocodilo desdentado, um urso de pêlo comprido e um leão sem juba. Incapazes de fazer aquilo que seria “normal” para a sua espécie, estes animais sentem-se sozinhos e deslocados. Até que uma tempestade os reúne numa gruta e os obriga a confrontar os seus medos, frustrações e desejos de serem iguais aos outros. É esta a premissa de Ser Diferente É Normal, livro de Rui Malvarez lançado em 2024 pela Cordel D’Prata e reeditado este mês de Outubro pela Contraponto, e que chega ao palco do Tivoli pouco depois, numa adaptação de grande dimensão e em formato de teatro musical. Produzido pela Plano 6, com encenação de Luís Lourenço, o espectáculo estreia a 10 de Outubro, Dia Mundial da Saúde Mental, e fica em cena até 7 de Novembro. “Não acredito que uma peça de teatro mude o mundo sozinha. Mas pode iniciar uma conversa no caminho para casa, reforçar aquilo que é ensinado em família ou na escola, despertar uma pergunta ou fazer uma criança olhar de maneira diferente para alguém”, diz-nos Rui Malvarez, que fez nascer o seu bando de animais atípicos numa noite como outra qualquer. “Os meus filhos estão sempre a pedir-me histórias novas, então criámos uma rubrica que é ‘As histórias inventadas do papá’”, revela, entre risos. “Lembro-me de ter pensado como a Luisinha de vez em quando olhava para alguém com um tom de pele diferente e comentava, mas também como, num
‘Herbário’: Capicua regressa aos livros com um passeio poético pelo jardim

‘Herbário’: Capicua regressa aos livros com um passeio poético pelo jardim

Quem acompanha o trabalho de Capicua para a infância sabe que a porta de entrada é sempre a mesma: o ar livre. Foi assim quando criou a banda Mão Verde, quando deu vida a uma flor no seu livro de estreia, Cor-de-margarida, ou ao colocar um caracol a braços com a crise da habitação, em Como é que um caracol foge de casa?. Agora, em Herbário – Um passeio poético pelo jardim, a rapper e escritora do Porto volta focar a sua lupa no mundo natural, convidando grandes e pequenos a olharem para os jardins com atenção redobrada. Com ilustrações de Carolina Maria e consultoria científica da especialista em botânica Teresa Matos Fernandes, Capicua reúne 30 árvores e plantas – do abacateiro à urtiga, da buganvília ao rododendro – para falar de amizade, do espanto, do desejo e de tantos outros temas universais. “Neste momento, vou mudar de casa e tenho a horta em stand-by, mas nos últimos anos, ter uma horta tem sido dos meus hobbies favoritos”, confessa a autora, que cresceu numa família “que gosta muito de árvores, e de botânica no geral”. O fascínio vem de longe: “Como passei todas as férias da minha infância e adolescência na mesma casa de campo, que é da minha família, sempre cultivei o interesse pelas ervas, plantas, flores e árvores. É um interesse que vem de miúda, de uma forma completamente amadora, ao contrário da minha irmã, que é arquitecta paisagista e fez disso profissão. No meu caso, o entusiasmo revela-se sobretudo no trabalho para a infância, na literatura e na música.”
Até ao infinito e mais além. Esta experiência imersiva leva-nos ao Espaço

Até ao infinito e mais além. Esta experiência imersiva leva-nos ao Espaço

O universo está prestes a ficar ao alcance de todos. A partir desta quinta-feira, 17 de Setembro, Lisboa transforma-se numa porta de entrada para o cosmos com a chegada de “Smithsonian Viagem Pelo Cosmos: Uma Experiência”. É a terceira experiência imersiva, com recurso a realidade virtual, a ocupar a sala subterrânea da Estação de Metro do Terreiro do Paço. Depois de uma viagem no tempo até ao Antigo Egipto e de subirmos até ao Machu Picchu, no alto da Cordilheira dos Andes, somos convidados a ir mais longe, mais alto e, literalmente, para fora deste mundo. Desenvolvida em colaboração com o prestigiado Smithsonian Astrophysical Observatory (SAO), esta produção combina tecnologia de realidade virtual com dados astronómicos reais recolhidos ao longo de décadas. Fundado em 1890, o SAO integra actualmente o Center for Astrophysics, um dos principais centros mundiais de investigação em astrofísica. A premissa é ambiciosa: aproximar o público de fenómenos que, pela sua escala e distância, parecem impossíveis de experimentar em primeira mão.  A ideia é que, em apenas 40 minutos, experienciemos uma jornada que atravessa o ciclo de vida das estrelas, a formação das galáxias, o funcionamento do Sistema Solar e alguns dos fenómenos mais extremos do universo, até chegar aos misteriosos e insondáveis buracos negros. Mas não se trata apenas de observar. Pela primeira vez, os visitantes podem também interagir directamente com aquilo que os rodeia, explorando objectos, manipulando elementos
No Yokocho de Tiago Penão, a estrela é o ramen feito de raiz, dos caldos à massa

No Yokocho de Tiago Penão, a estrela é o ramen feito de raiz, dos caldos à massa

O ramen, um dos maiores símbolos gastronómicos do Japão, tem as suas raízes no lamian chinês, um prato de noodles servido num caldo simples de carne, que ficou inicialmente conhecido como shina soba. Após a sua introdução por imigrantes chineses no século XIX, os cozinheiros japoneses não só reinventaram a receita, como a elevaram – dizemos nós e subscreve qualquer pessoa que já tenha provado um ramen a sério. Falamos de caldos profundos e complexos, como o tonkotsu à base de ossos de porco, e de uma grande variedade de acompanhamentos que transformaram a sopa de rua num fenómeno cultural à escala global. É em homenagem a esta rica tradição que o chef Tiago Penão se prepara para abrir o Yokocho, uma ramen-ya na Praça das Flores, que se quer autêntica e, portanto, purista, ao serviço de caldos límpidos e massa feita na casa. A ideia, faz questão de reforçar, é contrariar uma certa “democratização de ramen que não é ramen”; e, acima de tudo, honrar a gastronomia japonesa. “Quando vou a um vegetariano, não vou à espera que me sirvam um bitoque”, diz, provocador, antes de explicar que “o verdadeiro ramen leva sempre proteína animal”. “No Japão, [os restaurantes de ramen] são ramen-ya, que significa literalmente loja de ramen”, acrescenta o chef, que acredita que, apesar da oferta ser imensa, há muito ramen por aí que não é ramen. Entre as “raríssimas excepções”, está a Ramen House Aska, no Cais do Sodré. “Gosto imenso da Asuka”. Apesar de também servir uma alternativa vegana – à
D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

D. Maria II volta a casa mas com o país dentro (e muitas mulheres)

O Teatro Nacional D. Maria II está encerrado para obras estruturais desde Janeiro de 2023. O projecto de intervenção envolveu o restauro, manutenção e renovação de várias zonas do edifício, com destaque para a antiga sala de cenografia, que agora abriga os escritórios e um jardim de Inverno. Esta quarta-feira, 24 de Junho, Rui Catarino, presidente do Concelho de Administração, e Pedro Penim, director artístico, abriram as portas para uma visita aos bastidores, que antecipa a reabertura em Setembro, depois dos já anunciados “ensaios de Verão”. “Estamos entre o que está a terminar e o que começa; entre um longo período em que tivemos serviço público de cultura sem o conforto deste edifício e o regresso, em Setembro, a este monumento nacional renovado; a memória de uma casa com 180 anos e a responsabilidade de a preparar para muitas décadas mais”, afirmou Rui Catarino, que destacou a importância de pensar o papel da instituição para a democracia e a sociedade – “uma sociedade de unidades livres, justas e sustentáveis”. “Um teatro nacional sem o seu edifício não deixa de ser teatro, mas deixa de poder confundir a sua missão com a sua morada. Isso transformou-nos.” Além da limpeza das fachadas, as cantarias foram recuperadas e foi instalada iluminação monumental com tecnologia LED no exterior do edifício. Já a zona de átrio, foi também reformulada para facilitar a entrada no edifício, com a bilheteira e a livraria num espaço único, também renovado – a livraria, por exemplo, tem ag
A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

A Gleba já não é só uma padaria. Marca reforça aposta na cafetaria

Estávamos em 2016 quando Lisboa viu nascer a Gleba, uma pequena padaria de fermentação natural em Alcântara. Passados dez anos e facturação de milhões, Diogo Amorim quer transformar os espaços da marca em locais de permanência onde o pão artesanal sirva de base a uma oferta pensada para todas as horas. “A mais recente etapa desta expansão acontece na loja do Estoril, que passa agora a integrar serviço de cafetaria”, lê-se em comunicado. Actualmente, a Gleba conta com cafetaria nas lojas do Estoril, de Cascais, Restelo, Parede, Almada, Telheiras, Príncipe Real, Saldanha, Parque Eduardo VII e Parque das Nações. Para acompanhar esta evolução, há também novos menus: o Menu Pequeno-Almoço (4,95€), o Menu Brunch (12,95€), o Menu Sanduíche (9,95€) e o Menu Bebida & Bolo (3,95€). Já entre as novidades na carta, destacam-se duas novas sanduíches: uma de pastrami, desenvolvida em parceria com o Kau BBQ, e uma receita renovada de BLT (bacon, alface e tomate).  “Esta evolução representa mais um passo na ambição da padaria de continuar a crescer sem perder aquilo que sempre a distinguiu: colocar pão de qualidade no centro da alimentação, agora também através de uma experiência de cafetaria cada vez mais completa”, lê-se na nota da Gleba, que também reforçou a oferta de café de especialidade, com uma selecção de grãos de origem torrados pelo RoastBerry Coffe Lab. As últimas de Comer & Beber na Time Out No Verão, aproveite os dias longos ao ar livre com as melhores esplanadas e os melhores
No 24 Club, a ideia é conquistar (a correr) todas as freguesias de Lisboa

No 24 Club, a ideia é conquistar (a correr) todas as freguesias de Lisboa

Bruno Claro, fundador do projecto Correr Lisboa, organiza treinos gratuitos em vários pontos de Lisboa há mais de dez anos. Agora, quer incentivar-nos a percorrer todas as 24 freguesias da cidade. Para isso, criou o 24 Club, um desafio de corrida gratuito, que inclui um ranking e oferta de descontos à medida que vamos conquistando zonas. “Não é uma corrida de um dia, nem existe um percurso único. Cada pessoa escolhe quando, onde e com quem”, esclarece Bruno, que está empenhado, sobretudo, em “usar o desporto para aproximar pessoas e fazê-las viver a cidade de outra forma”. A ideia, revela-nos, nasceu de uma constatação muito simples depois de mais de uma década a correr por Lisboa: quem corre costuma fazê-lo quase sempre nos mesmos locais. Para participar, basta criar uma conta gratuita e registar as corridas manualmente, exportando um ficheiro GPX, ou associar a aplicação Garmin Connect, que faz o registo de forma automática, contabilizando os dados fornecidos pelo GPS, que são necessários para validar cada conquista. Quanto aos percursos, nada tema, que são sempre privados. Servem apenas para validar o progresso. Actualmente, Vítor Tavares Marques é o único corredor que já conquistou as 24 freguesias de Lisboa. O próprio Bruno ainda não conseguiu a proeza: faltam-lhe oito. “O objectivo a longo prazo é, no entanto, bastante maior do que completar 24 freguesias”, assegura. “Queremos criar razões para alguém ir correr a uma freguesia onde nunca esteve, descobrir um jardim, uma
Festival Política, de volta em Setembro, muda-se para São Vicente

Festival Política, de volta em Setembro, muda-se para São Vicente

O Festival Política, evento dedicado aos direitos humanos e à cidadania em Portugal, regressa a Lisboa entre os dias 24 e 25 de Setembro. Este ano, depois de perdido o apoio prévio da Câmara Municipal, muda-se o recinto do Cinema São Jorge para os equipamentos da Junta de Freguesia de São Vicente, com quem a organização firmou uma parceria para esta 10.ª edição, que nasce em co-produção também com a Associação Isonomia e ocupará não um, mas vários espaços. A programação, essa, será toda de entrada gratuita e foi construída em torno dos 50 anos da aprovação da primeira Constituição da República Portuguesa. Na agenda, o destaque vai desde logo para a intervenção política dos cidadãos, com uma oficina-debate no primeiro dia, 24 de Setembro às 17.00, para “Mapeamento Coletivo do Bairro Azul”, que dará voz a narrativas de moradores desse bairro de São Vicente. No dia seguinte, 25 de Setembro às 18.00, promove-se “Mapa da Cidade”, oficina de cartografia da freguesia de São Vicente com António Brito Guterres e Emma Andretti. Segue-se, a 26 de Setembro, pelas 16.00, uma apresentação e discussão colectiva aberta ao público a partir do resultado dessas duas actividades. Ainda no dia 26, mas de manhã, às 11.00, estão previstas duas oficinas: uma fará uso d’A Constituição em Cartas, um baralho ilustrado sobre direitos, liberdade e imaginação, pensada para crianças a partir dos seis anos e suas famílias; e outra dedicada à expressão verbal e corporal através de jogos teatrais e de improv
A carne perfeita no pão perfeito: Mr. Bifana abre no Time Out Market de Nova Iorque

A carne perfeita no pão perfeito: Mr. Bifana abre no Time Out Market de Nova Iorque

A bifana portuguesa acaba de conquistar um lugar cativo na cidade que nunca dorme. Após o sucesso estrondoso na Portugal House durante o Mundial de Futebol, com milhares a fazerem fila só para comer “A febra perfeita no pão perfeito”, o Mr. Bifana tem agora o seu próprio espaço no Time Out Market de Nova Iorque. “Esta história dava cinco ou seis minutos de podcast”, avisa-nos Fernando Vaz ao telefone, directamente de Brooklyn, onde tem estado ocupado a ser embaixador da sandes mais famosa de Portugal. “Gotch-ya”, ouvimo-lo dizer do outro lado. Pouco tempo depois, volta a dedicar-nos a sua atenção. São mais 20 minutos do que o prometido para nos contar a sua aventura nos Estados Unidos. Vaz estava no Bahrein, com a TAP, quando a pandemia acabou com a sua carreira na aviação. Seria o princípio de um novo projecto de vida, mas ainda não sabia. Por isso, recua uns anos na história, para quando teve oportunidade de fazer um intercâmbio na Nova Zelândia, durante a sua licenciatura em Gestão na Universidade Nova de Lisboa. “Foi o meu primeiro ‘abre-olhos’. Depois do curso, comecei a trabalhar num quiosque na Avenida da Liberdade para poupar dinheiro para uma viagem pelo mundo, que fiz com dois amigos. Durou oito meses, com cerca de dez dólares por dia, sempre a acampar e à boleia, a dormir em casa de outras pessoas. Quando chegou ao fim, resolvi tirar uma licença de aviação, para ser piloto”, recorda. O sonho não se cumpriu, já sabemos, mas, habituado a desenrascar-se além-fronteira
Neste novo sports bar, pode jogar golfe em menos de 60 minutos

Neste novo sports bar, pode jogar golfe em menos de 60 minutos

E se lhe desse vontade de jogar golfe a meio do dia? Sempre quis experimentar mas sente-se intimidado pela etiqueta de campo? O Downtown Golf, que abriu recentemente no Areeiro, pode muito bem ser a solução. Além de um sports bar, tem sete simuladores da TrackMan, que permitem rastrear com extrema precisão o movimento do taco e o voo da bola, entre outras métricas que ficam associadas à sua conta e podem ser consultadas em qualquer lugar. A ideia é ter acesso a dados reais sobre a sua prática, que o possam ajudar a evoluir. Mas se quiser só ir jogar com a família e os amigos também pode. “Hoje em dia, uma pessoa que queira jogar 18 buracos num campo qualquer tem de contar, na melhor das hipóteses, com 20 minutos para ir e 20 minutos para voltar. Depois ainda tem de alocar quatro a cinco horas para estar a jogar. Aqui, estando no centro de Lisboa, se calhar a deslocação são só cinco minutos, e para jogar 18 buracos sozinho é preciso 40 a 45 minutos, no máximo 60”, diz-nos o sócio Martim Spratley, que se confessa mais entusiasmado com a vertente de sports bar. “Podemos convidar um amigo ou outro, vir cá ao final do dia, fazer 18 buracos ou ficar a conviver, a ver desporto nas televisões.” Não é o primeiro espaço a oferecer golfe indoor em Portugal – a FitGolfe, em Odivelas, também conta com uma sala com simulador TrackMan –, mas diz quem percebe da coisa que é provavelmente a primeira com estas condições. São 630 metros quadrados, diz-nos o responsável comercial Gonçalo Lobo Na